| Os Livros da Bíblia
Livros do Antigo Testamento (46 Livros)
PENTATEUCO (5)
- Gênesis
- Êxodo
- Levítico
- Números
- Deuteronômio
HISTÓRICOS (16)
- Josué
- Juízes
- Rute
- I Samuel
- II Samuel
- I Reis
- II Reis
- I Crônicas
- IICrônicas
- Esdras
- Neemias
- Tobias
- Judite
- Ester
- I Macabeus
- II Macabeus
POÉTICOS E SAPIENCIAIS (7)
- Jó
- Salmos
- Provérbios
- Eclesiastes
- Cântico dos Cânticos
- Sabidoria
- Eclesiástico
PROFETAS (6)
- Isaías
- Jeremias
- Lamentações
- Baruc
- Ezequiel
- Daniel
PROFETAS (12)
- Oséias
- Joel
- Amós
- Abdias
- Jonas
- Miquéias
- Naum
- Habacuc
- Sofonias
- Ageu
- Zacarias
- Malaquias
Livros do Novo Testamento ( 27 Livros )
EVANGELHOS (4)
- Evangelho segundo São Mateus
- Evangelho segundo São Marcos
- Evangelho segundo São Lucas
- Evangelho segundo São João
- Atos dos Apóstolos
EPÍSTOLAS DE SÃO PAULO (13)
- Romanos
- I Coríntios
- II Coríntios
- Gálatas
- Efésios
- Filipenses
- Colossenses
- I Tessalonicenses
- II Tessalonicenses
- I Timóteo
- II Timóteo
- A Tito
- A Filemon
- Hebreus
EPÍSTOLAS CATÓLICAS
- Epístola de São Tiago
- Epístola I de São Pedro
- Epístola II de São Pedro
- Epístola I de São João
- Epístola II de São João
- Epístola III de São João
- Epístola de São Judas
- Apocalipse
Bíblia e Revelação
Uma síntese da relação entre a Bíblia e a Tradição Divina em perguntas e respostas
O que é a Revelação?
A revelação é a manifestação que Deus fez aos homens de Si mesmo e daquelas outras verdades necessárias ou convenientes para a salvação eterna.
Onde se encontra a Revelação?
A Revelação - também chamada Doutrina cristã ou Depósito da fé- encontra-se na Sagrada Escritura e na Tradição.
A quem foi confiada a Revelação?
Jesus Cristo confiou a Revelação à Igreja Católica. Por meio de seus Apóstolos, portanto, só a Igreja tem autoridade para custodiá-la, ensiná-la e interpretá-la sem erro.
O que é a Sagrada Escritura?
A Sagrada Escritura é a Palavra de Deus posta por escrito sob a inspiração do Espírito Santo. O conjunto dos livros inspirados é chamado Bíblia.
O que é a Tradição?
A Tradição é a Palavra de Deus não contida na Bíblia, e sim transmitida por Jesus Cristo aos Apóstolos e por estes à Igreja.
Os ensinamentos da Tradição estão contidos nos Símbolos ou Profissões de fé (por exemplo, o Credo), nos documentos dos Concílios, nos escritos dos Santos Padres da Igreja e nos ritos da Sagrada Liturgia.
Quem é o Autor da Bíblia?
O Autor principal da Bíblia é Deus. O autor secundário ou instrumental da Bíblia é o escritor sagrado ou hagiógrafo. Por exemplo, Moisés, o profeta Isaías, São Mateus, São Paulo etc.
O que é a Inspiração bíblica?
A inspiração bíblica é uma graça específica que o Espírito Santo concede, pela qual o escritor sagrado é movido a colocar por escrito as coisas que Deus quer comunicar aos demais homens.
Quais são as propriedades da Bíblia?
As propriedades da Bíblia são:
- A Unidade entre o Antigo e o Novo Testamento, e entre todas as partes de todos os livros.
- A Infalibilidade (não contém erros no que compete à nossa salvação) e a Veracidade (contém as verdades necessárias para nossa salvação).
- A Santidade (procede de Deus, ensina uma doutrina e nos conduz à santidade).
Como a Bíblia é dividida?
A Bíblia se divide em duas partes: Antigo e Novo Testamento. Por sua vez os livros do Antigo e Novo Testamentos se dividem em: livros históricos, didáticos e proféticos. E cada livro é dividido em capítulos e versículos.
O que o Antigo Testamento contém?
O Antigo Testamento contém os livros inspirados escritos antes da vinda de Jesus Cristo. São 46. Os livros históricos do Antigo Testamento são 21: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio (que formam o Pentateuco), Josué, Juízes, Rute, I e II Crônicas, I e II Esdras (o 2º chamado também Neemias), Tobias, Judite, Ester, I e II Macabeus.
Os livros didáticos do Antigo Testamento são 7: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria e Eclesiástico.
Os livros proféticos do Antigo Testamento são 18: Os quatro Profetas Maiores: Isaías, Jeremias (com Lamentações e Baruc), Ezequiel, Daniel, e os doze Profetas Menores: Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
O que o Novo Testamento contém?
O Novo Testamento contém os livros inspirados escritos depois da vinda de Jesus Cristo. São 27. Os livros históricos do Novo Testamento são 5: Os quatro Evangelhos (segundo São Mateus, São Marcos, São Lucas, São João) e os Atos dos Apóstolos.
Os livros didáticos do Novo Testamento são 21: As 14 Epístolas ou Cartas de São Paulo: Romanos, I e II Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, I e II Tessalonicenses, I e II Timóteo, Tito, Filemôn e Hebreus.
As 7 Epístolas ou Cartas chamadas católicas são: I e II de São Pedro: I, II e III de São João, a de Tiago e a de São Judas.
O único livro profético do Novo Testamento é o Apocalipse de São João.
O que é o Cânon bíblico?
O Cânon bíblico é o catálogo dos setenta e três livros do Antigo e do Novo Testamentos que formam a Bíblia e que a Igreja declarou como divinamente inspirados.
Em que período foi escrita a Bíblia?
Os livros do Antigo Testamento foram escritos entre o século XV e II antes de Cristo.
Os livros do Novo testamento foram escritos na segunda metade do século I. Os Livros Sagrados foram escritos em princípio em papiro e mais tarde em pergaminho. O papiro é uma planta que abunda no Egito, o pergaminho é uma pele de cabrito que permite escrever nas duas faces.
Originalmente a Bíblia estava em rolos, quer dizer, longas faixas de papiro ou de pele unida nas extremidades a dois bastões em torno a um dos quais girava.
O que é a Hermenêutica bíblica?
A Hermenêutica bíblica é a ciência que trata das normas para interpretar retamente os Livros Sagrados. A Igreja Católica é a única capacitada para interpretar autenticamente (com pleno direito e sem possibilidade de errar) a Sagrada Escritura porque Deus confiou somente a Ela a missão de guardar, ensinar e esclarecer aos fiéis sua Palavra.
Quais outras Bíblias existem?
Além da Bíblia católica, que é a única completa e verdadeira, existem a Bíblia Hebraica e as Bíblias protestantes. A Bíblia Hebraica contém somente trinta e nove livros do Antigo Testamento. Portanto, rejeitam sete livros do Antigo Testamento e todos os do Novo Testamento que formam a Bíblia católica. Os protestantes, por sua vez, admitem somente a "livre interpretação" quer dizer, que cada um dever ler e interpretar a Bíblia à sua maneira, sem necessidade de submeter-se à autoridade da Igreja. As Bíblias protestantes suprimiram alguns livros que estão na Bíblia católica; além dos livros que conservam, modificam algumas palavras para apoiar suas idéias errôneas. Além disso, carecem de notas e comentários, não têm aprovação da autoridade da Igreja; muitas são editadas pelas "Sociedades Bíblicas", algumas dizem: "Versão do original realizado por Cipriano de Valera e C. Reyna"; a maioria delas suprime vários livros do Antigo Testamento (Sabedoria, Judite, Tobias, Eclesiástico, I e II Macabeus, entre outros) e algumas também suprimem livros do Novo (Epístolas de Tiago, de São Pedro e de São João)
Qualquer Bíblia pode ser lida?
Não. Porque pode conter erros doutrinais ou morais. Para evitar esses erros, um católico só deve ler Bíblias com notas e explicações aprovadas pela Igreja Católica, quer dizer, que tenham "Nihil Obstat" e "Imprimatur".
Como ler a Bíblia?
A Igreja recomenda a leitura da Bíblia porque é alimento constante para a vida da alma; produz frutos de santidade, é fonte de oração, grande ajuda para o ensinamento da doutrina cristã e para a pregação. O Concílio Vaticano II "exorta a todos os fiéis com insistência a que, pela freqüente leitura das Escrituras, aprendam a ciência eminente de Cristo" (Constituição Dei Verbum, n. 25). As disposições que se devem ter para ler e estudar a Bíblia são: fé e amor à Palavra de Deus, reta intenção, piedade e humildade para aceitar o que Deus diz. É recomendável ler os Evangelhos diariamente durante alguns minutos. São Jerônimo diz "Leia com muita freqüência as divinas Escrituras; e mais, nunca abandone a leitura sagrada". À luz dos ensinamentos da Igreja, a Bíblia nos permite conhecer o modo de salvar-nos e reconciliar-nos, e isso só pode se dar conhecendo, amando e encarnando a vida de Jesus Cristo.
Como a Bíblia foi escrita?
Na condescendência de sua bondade, Deus, para revelar-se aos homens, fala com eles em palavras humanas: "A Palavra de Deus, expressada em línguas humanas, se faz semelhante à linguagem humana, como a Palavra do Eterno Pai, assumindo a nossa frágil condição humana, se fez semelhante aos homens" (DV 13).
Deus é o autor da Sagrada Escritura. "As verdades reveladas por Deus, que estão contidas e se manifestam na Sagrada Escritura, se consignaram por inspiração do Espírito Santo." Ele inspirou os autores humanos dos livros sagrados.
A Tradição apostólica fez a Igreja discernir quais escritos constituem a lista dos Livros Santos. Esta lista integral é chamada "Cânon das Escrituras". Cânon vem da palavra grega "kanon" que significa "medida, regra".
O Cânon compreende para o Antigo Testamento 46 escritos e 27 para o Novo. Estes são: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Ruth, os dois livros de Samuel, os dois livros dos Reis, os dois livros das Crônicas, Esdras e Neemias, Tobias, Judith, Esther, os dois livros dos Macabeus, Jó, os Salmos, os Provérbios, o Eclesiastes, o Cântico dos Cânticos, Sabedoria, Eclesiástico, Isaías, Jeremias, Lamentações, Baruc, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias, para o Antigo Testamento.
Para o Novo Testamento, os Evangelhos de Mateus, de Marcos, de Lucas e de João, os Atos dos Apóstoles, as Epístolas de Paulo aos Romanos, a primeira e segunda aos Coríntios, aos Gálatas, aos Efésios, aos Filipenses, aos Colossenses, a primeira e segunda aos Tessalonicenses, a primeira e segunda a Timóteo, a Tito, a Filemôn, a Epístola aos Hebreus, a Epístola de Thiago, a primeira e segunda de Pedro, as três Epístolas de João, a Epístola de São Judas e o Apocalipse.
Antigo testamento
Os judeus consideravam que existiam dois cânones dos Livros Santos: o Cânon Breve (palestinense) e o Cânon Longo (alexandrino).
O Antigo Testamento em hebreu (Cânon Breve) está formado por 39 livros e se divide em três partes: "A Lei", "Os Profetas"e "Os Escritos".
O Antigo Testamento em grego (Canon Longo) está formado por 46 livros. A versão grega da Bíblia, conhecida como dos Setenta, conta com 7 livros a mais: Tobias, Judith, Baruc, Eclesiástico, I e II Macabeus e Sabedoria. Além disso, algumas sessões gregas de Esther e Daniel. Estes livros são conhecidos freqüentemente, embora a expressão não é necessariamente a mais adequada, como "deutero-canônicos".
Os judeus em Alexandria tinham um conceito mais amplo da inspiração bíblica. Estavam convencidos de que Deus não deixava de se comunicar com seu povo mesmo fora da Terra Santa, e de que o fazia iluminando os seus filhos nas novas circunstâncias em que se encontravam.
Os Apóstolos, ao levar o Evangelho ao Império Greco-romano, utilizaram o Cânon Alexandrino. Assim, a Igreja primitiva recebeu este cânon que consta de 46 livros.
No século III começaram as dúvidas sobre a inclusão dos assim chamados "deutero-canônicos". A causa foram as discussões com os judeus, nas quais os cristãos só utilizavam os livros proto-canônicos.
Alguns Padres da Igreja denotam estas dúvidas nos seus escritos -por exemplo Atanásio (373), Cirilo de Jerusalém (386), Gregório Nazianzeno (389)-, enquanto outros mantiveram como inspirados também os deutero-canônicos -por exemplo Basílio ( 379), Santo Agustinho (430), Leão Magno (461)-.
A partir do ano 393 diferentes concílios, primeiro regionais e logo ecumênicos, foram fazendo precisões à lista dos Livros "canônicos"para a Igreja. Estes foram:
* Concílio de Hipona (393)
* Concílio de Cartago (397 y 419)
* Concílio Florentino (1441)
* Concílio de Trento (1546)
Neste último, solenemente reunido no dia 8 de abril de 1546, se definiu dogmaticamente o cânon dos Livros Sagrados.
Os protestantes só admitem como livros sagrados os 39 livros do cânon hebreu. O primeiro que negou a canonicidade dos sete deuterocanônicos foi Carlostadio (1520), seguido de Lutero (1534) e depois Calcino (1540).
Novo testamento
O Novo Testamento está formado por 27 livros, e se divide em quatro partes:
"Evagelhos", "Atos dos Apóstolos", "Epístolas" e "Apocalipse".
Nas origens da Igreja, a regra da fé se encontrava no ensinamento oral dos Apóstolos e primeiros evangelizadores.
Passado o tempo, sentiu-se a urgência de consignar por escrito os ensinamentos de Jesus e os traços ressaltantes da sua vida. Esta foi a origem dos Evangelhos.
Por outro lado, os Apóstolos alimentavam espiritualmente os seus fiéis mediante cartas, segundo os problemas que iam surgindo. Esta foi a origem das Epístolas.
Ademais circulavam entre os cristãos do primeiro século mais duas obras de personagens importantes: "Os Atos dos Apóstolos", escrita por Lucas, e o "Apocalipse", saído da escola de São João.
Ao final do século I e começo do II, o número de livros da coleção variava de um Igreja a outra.
Na metade do século II, as correntes heréticas do Marcionismo (que afirmava únicamente o Evangelho de Lucas e as 1 Epístolas de Paulo tinham origem divino), e do Montanismo (Montano pretendia introduzir como livros santos seus próprios escritos), urgiram a determinação do Cânon do Novo Testamento.
Por volta do final do século II, a coleção do Novo Testamento era quase a mesma nas Igrejas do Oriente e Ocidente.
Nos tempos de Agustinho, os Concílios de Hipona (393) e de Cartago (397 e 419) reconheceram o Cânon de 27 livros, assim como o do Concilio de Constantinopla (692) e o Concílio Florentino (1441).
Com a chegada do protestantismo, quiseram renovar antigas dúvidas e exculiram alguns.
Lutero rechaçava Hebreus, Thiago, Judas e o Apocalipse. Carlostadio e Calvino aceitaram os 27. Os protestantes liberais não costumam falar de "livros inspirados", mas de "literatura cristã primitiva".
No Concílio de Trento foi apresentado oficial e dogmaticamente a lista íntegra do Novo Testamento.
O cristério objetivo e último para a aceitação do Cânon do Novo Testamento será sempre a revelação feita pelo Espírito Santo e transmitida fielmente por ela.
Quanto aos critérios secundários levados em conta, foram os seguintes:
1.- Sua origem apostólica (ou de geração apostólica).
2.- Sua ortodoxia na doutrina.
3.- Seu uso litúrgico antigo e generalizado.
Panorama Histórico - Literário da Bíblia
Idiomas da Bíblia
São três as línguas originais da Bíblia: HEBREU, ARAMAICO E GREGO.
Em Hebreu foi escrito:
- a maior parte do Antigo Testamento.
Em Aramaico foram escritos:
- Tobías
- Judith
- Fragmentos de Esdras, Daniel, Jeremias e do Gênesis
- o original de São Mateus
Em Grego foram escritos:
- o livro da Sabedoria
- o II Macabeus
- o Eclesiástico
- partes de Esther e de Daniel
- o Novo Testamento, menos o original de São Mateus
Versões da Bíblia
Existem diferentes versões básicas da Bíblia. As atuais edições da Bíblia nas diversas línguas são traduções de uma ou outra versão. Estas versões são:
- Versão dos "Setenta"ou "Alexandrina": (conhecida também como "Septuaginta"), é a principal versão grega por sua antigüidade e autoridade. Sua redação se iniciou no século III a. C. (250 a.C) e foi concluída no final do século II a.C. (105 a.C).
O nome de "Setenta" se deve ao fato de que a tradição judaica atribui sua tradução a 70 sábios e "Alexandrina" por ter sido feita em Alexandria e usada pelos judeus de língua grega ao invés do texto hebreu. Esta tradução foi feita para leitura nas Sinagogas da "diáspora", comunidades judaicas fora da Palestina, e talvez também para dar a conhecer a Bíblia aos pagãos.
- Versões Latinas:
Ítala Antiga ou "Vetus Latina": provém da Versão dos Setenta para a maioria dos livros do A.T. e dos originais gregos para os livros do N.T. e Sabedoria, II Macabeus e Eclesiástico. Esteve em uso no Ocidente desde o século II até o século V.
Vulgata: ao final do século IV, o Papa Damaso ordenou que São Jerônimo fizesse uma nova versão latina tendo presente a Ítala antiga. Esta versão se impôs no século VII definitivamente. Foi denominada "Vulgata"porque a intenção da obra era "vulgarizá-la", torná-la popular.
São Jerônimo traduziu diretamente do hebraico e do grego originais ao latim, com exceção dos livros de Baruc, Sabedoria, Eclesiástico e I e II Macabeus, o quais, trascreveu sem nenhuma tradução da Ítala antiga.
Neovulgata: A Neovulgata é a mesma versão Vulgata, à qual foram incorporados os avanços e descobertas mais recentes.
O Papa João Paulo II aprovou e promulgou a edição típica em 1979. O Papa assim o fez para que esta nova versão sirva como base segura para fazer traduções da Bíblia às línguas modernas e para realizar estudos bíblicos.
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